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Exportações brasileiras de têxteis a países árabes alcançam US$ 3 milhões

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Os números de exportação foram anunciados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira (ABCC). A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) informou que as vendas provenientes das exportações de cordas representaram US$ 1 milhão, enquanto roupas de praia, fios têxteis e vestuário interno também aumentaram durante os dois meses.

O levantamento da ABIT sobre exportações inclui várias partes da cadeia de produção, incluindo matérias-primas, como fibras, fios e filamentos, bem como têxteis e vestuário industriais técnicos e não tecidos.

Os países árabes continuam a ser um dos maiores mercados de vestuário do Brasil, particularmente para segmentos como vestuário de festa, infantil e praia. Com base nos dados mais recentes da ABIT, os Emirados Árabes Unidos exibem as maiores importações de têxteis e roupas brasileiras nesse período, seguidos da Argélia, Egito, Marrocos e Líbano.

Para impulsionar as exportações brasileiras de produtos têxteis e vestuário, a ABIT e a Agência Brasileira de Comércio e Investimentos (Apex-Brasil) lançaram o programa Texbrasil, que serve para beneficiar os exportadores afiliados. As estatísticas mostraram que as empresas que participaram do programa expandiram seus mercados de exportação para os países árabes em 40% em 2016, avaliado em US$ 2,9 milhões em 2015 a US$ 4,1 milhões em 2016.

“O desempenho das exportações brasileiras de têxteis durante os dois primeiros meses do ano significou o crescimento estável da participação de mercado do país no setor, já que o mundo árabe continua buscando materiais de qualidade, não só nas matérias-primas, mas também nos produtos acabados. A base de consumidores árabes tem um gosto exigente pelo luxo e exclusividade em vestuário e confecções e este segmento continua a ser promissor para o setor exportador brasileiro. Vale ressaltar que o apoio contínuo de grupos industriais, aliado a estratégias de negócios inovadoras, tem desempenhado um papel importante para o crescimento do têxtil brasileiro na região árabe”, disse Michel Alaby, secretário-geral e CEO da ABCC.

por Carla Baldwin

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